Atenção!


Informamos que o Grupo Espírita Auta de Souza retomou suas atividades e contamos com a presença de todos a participarem das atividades da casa como palestras, passe, atendimento fraterno, atendimento espiritual, cursos, entre outras.


Todas as sextas-feiras a partir das 19h00.


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Altura do número 1205 da Rua Voluntários da Pátria

"Lembra-te deles, os quase loucos de sofrimento, e trabalha para que a Doutrina Espírita lhes estenda socorro oportuno. Para isso, estudemos Allan Kardec, ao clarão da mensagem de Jesus Cristo, e, seja no exemplo ou na atitude, na ação ou na palavra, recordemos que o Espiritismo nos solicita uma espécie permanente de caridade – a caridade da sua própria divulgação".

Trecho retirado do livro Estude e Viva – FEB 9ª edição, cap. 40. Chico Xavier/Waldo Vieira. Pelos espíritos Emmanuel/André Luiz.

Campanha Segunda Sem Carne

terça-feira, 26 de julho de 2011

Lançamento do livro Apelos do Tempo de Luiz Gonzaga Pinheiro

Saudações caros amigos!

Veja o cartaz
Recebemos a divulgação pelo NACE - Núcleo de Apoio Cultural e Espiritual que será lançado o livro Apelos do Tempo de Luiz Gonzaga Pinheiro. Ainda sem informações de data do lançamento e editora. Clique na imagem ao lado para ver o cartaz completo.

E para um gostinho a mais ai um soneto do escritor.

Soneto: Escolhas

Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro

Por que caçar borboletas, passarinhos

Silenciar a mata, roubar a beleza?

Não seja tu o que traz a tristeza

Para verter o sangue e destroçar os ninhos

Por que pisar nas flores do caminho

Sujar a água que tua sede acalma?

Não seja tua a dor invade a alma

E lá se fixa como agudo espinho

Age como se para sempre aqui fosses viver

E ao partir se alguma lágrima escorrer

Mostre a saudade, a alma dividida

E em tua ausência se citado for teu nome

Que não lembre o pesar, a dúvida, a fome

Pois está ligado luz que aquece a vida

ESCOLHAS

Por que caçar borboletas, passarinhos

Silenciar a mata, roubar a beleza?

Não seja tu o que traz a tristeza

Para verter o sangue e destroçar os ninhos

Por que pisar nas flores do caminho

Sujar a água que tua sede acalma?

Não seja tua a dor que invade a alma

E lá se fixa como agudo espinho.

Age como se para sempre aqui fosses viver

E ao partir se alguma lágrima escorrer

Mostre a saudade, a alma dividida

E em tua ausência se citado for teu nome

Que não lembre o pesar, a dúvida, a fome

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Beijos e abraços.

Um comentário:

  1. Está aí uma obra necessária. Não que precisemos contestar Kardec ou "recodificar" a doutrina, mas pelo menos situar sua obra no momento presente. Entendo que os ortodoxos o crucificarão por isso, pois para eles, a letra é tudo. Sei bem porque já fui criticado muitas vezes pela minha posição sobre suicídio, contida no meu primeiro livro HISTÓRIAS DESSA E DE OUTRAS VIDAS (2008).
    Mas o Espiritismo é uma ciência, e como tal, deverá se adequar sempre ao contexto Histórico do tempo,(nesse caso,do nosso tempo). Não tenho dúvidas de que Kardec assim o faria hoje.
    Cezar Carneiro.

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